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Escrito por ANA RITA GIMENEZ & RALPH DEKKER
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Qui, 03 de Novembro de 2011 12:40 |
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Assim como os profissionais de Paisagismo, o Florista também não tem sua atividade reconhecida. A profissão é muito atraente, interessante e trabalha com a arte ou design floral aplicados nas relações humanas (o florista está presente nos momentos de maior emoção do ser humano, do seu nascimento até a sua morte) e na decoração de ambientes (seja para decorar empresas, residências ou festas e eventos).
O florista têm algumas particularidades com o paisagista. Entre elas, assim como o paisagista não pode ser simplesmente um ‘plantador’ de mudas, o florista não pode ser um ‘espetador’ de flores. Ambos têm que prestar serviços completos com propriedade e dar assessoria aos seus clientes, inicialmente tendo talento para captar as suas necessidades, buscando superar as expectativas, e finalmente entregando serviços e produtos de máxima qualidade.
O setor exige um profissional completo e constantemente atualizado, as possibilidades de atuação são inúmeras e cada uma com suas particularidades, exigências, desafios e oportunidades.
O Florista pode atuar nas seguintes frentes, entre outras:

- Floricultura (loja física ou virtual): cujo produto principal é a flor, planta ou arranjo como presente, muitas vezes combinado com outros itens de consumo;
- Decoração de festas e eventos: setor de maior crescimento na floricultura, tanto para eventos sociais ou corporativos;
- Assinatura de flores: que consiste no trabalho de renovação semanal de arranjos e plantas em empresas ou residências;
- Arranjos para funerais: atividade na qual muitos floristas não desejam atuar, muito importante e lucrativa, porém é também a atividade que menos evoluiu em questão de design floral contemporâneo;
- Buquês de noivas: há profissionais especializadas exclusivamente em buquês de noivas. Aqui o florista tem que dominar técnicas aplicadas aos mais diversos buquês, em conformidade com o estilo do vestido da noiva, entre outros. Trabalhar em harmonia e proximidade com estilistas é um ganho para todos;
Nas três primeiras frentes, o florista tem que ter conhecimentos amplos e atualizados em design de interiores para poder elaborar arranjos adequados aos mais diversos ambientes aos quais se destinam.
Quem quer ingressar neste ramo tem que entrar com olhar bastante crítico, conhecer o mercado, as particularidades de cada uma das frentes apresentadas acima (que são muito diferentes em entre si), conhecer os seus produtos (flores, plantas e acessórios disponíveis e suas características, formas de uso, fornecedores, entre outros), ter conhecimentos de design floral, conhecer sua região e ser um bom gestor de negócios.
Quem entra exclusivamente com o ‘romantismo’ da profissão (é lindo trabalhar com flores) está fadado à sorte, seja ela boa ou má. Mesmo não sendo a profissão reconhecida, hoje no Brasil existem várias escolas de arte floral.

Destaca-se no mercado a Floral Design Brasil – Centro Internacional de Formação de Floristas, que possui parceria com escolas da Holanda, Bélgica, Alemanha, França e Inglaterra. Traz para o país o que há de ‘top’ no que diz respeito Arte Floral, fazendo referência às principais escolas do mundo.
O ano de 2012 é um ano especial para investir no conhecimento, renovação e desenvolvimento da arte floral brasileira. Virão para o Brasil grandes nomes da área.
Da Holanda:
- Pela Escola Holandesa de Arte Floral (Boerma Instituut), eleita a melhor escola da Holanda em 2011, virão: Jacqueline Boerma, Geralt Joren, entre outros (para ministrar curso de formação profissional de floristas, o mesmo aplicado na Holanda);
- Marcel van Dijk: o maior e mais bem sucedido decorador de festas e eventos da Holanda e um dos principais do mundo, proprietário da floricultura mais chique da Europa;
- Pim van den Akker: jovem e renomado florista, autor de diversos livros, com um estilo de vanguarda, arrojado e jovial.
Da Bélgica:
- Bart Nys e Bar van Hove: queridos floristas dos profissionais brasileiros, com sua arte simples e sofisticada, coordenadores da principal revista européia de arte floral e decoradores de grandes eventos e feiras da Europa.
Da Alemanha:
- Wally Klett, florista especializada em buquês de noiva, criadora de várias técnicas, que ministra cursos em todo mundo apresentado um estilo diferenciado e único.
Da França:
- Marie Françoise Deprez, com sua maravilhosa arte, fazendo verdadeiras esculturas florais, com estilo único.
Do Brasil:
- Orlandio Santos, renomado decorador de São Paulo, irá ministrar cursos de arte floral aplicada a eventos e também cursos de gestão de eventos.
Para completar os cursos, a Floral Design Brasil oferece ainda duas viagens de negócios para floristas, decoradores, paisagistas, arquitetos, e afins, sendo uma para Holanda (de 10 a 19 de abril) e outra para Inglaterra – Bélgica e Holanda (de 22 de maio a 3 de junho), com o objetivo de apresentar novidades e atuações dos países desenvolvidos.
Além disso, oferece os melhores títulos em livros e revistas de arte floral mundial.
Vale ressaltar que os cursos de arte floral são procurados não apenas por floristas experientes e iniciantes, mas também por arquitetos, paisagistas, agrônomos, designers de interiores, artistas plásticos, entre outros profissionais, que desejam ampliar suas atuações e oportunidades.

Com tudo isso, o florista brasileiro está mesclando várias áreas de atuação e está recebendo o que há de melhor no mundo em formação e desenvolvimento profissional, e em pouco tempo, certamente, nossa arte floral poderá fazer sua própria história, como em todos os setores da arte e cultura brasileiras que unem a essência criativa e alegre do Brasil com a arte e técnica dos países que nos influenciam neste mundo globalizado.
Aproveitando as proximidades do natal, segue uma sugestão de guirlanda diferente, com Bart Nys, da Bélgica






Imagens: divulgação
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Última atualização em Qui, 03 de Novembro de 2011 14:02 |
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Escrito por Ana Rita & Ralph Dekker
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Seg, 20 de Junho de 2011 13:37 |
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A cidade de Holambra, no interior de São Paulo, conhecida por todos os seus avanços tecnológicos aplicados na produção e comercialização de flores e plantas ornamentais, e cuja participação no mercado nacional é de 40% da produção e responsável pela maior parte da exportação brasileira, também é centro de formação profissional para floristas e decoradores de festas e eventos.

Em junho dois eventos internacionais irão incrementar os conhecimentos técnicos e de tendências dos profissionais de arte floral brasileiros, pois se apresentam na cidade três renomados designers florais da Europa.
Da França, Marie Françoise Deprez, apresenta-se pela primeira vez no Brasil. Autora de diversos livros de arte floral, esta artista viaja o mundo todo ministrando cursos e disseminando suas técnicas e estilos vanguardistas. Vencedora de muitas competições nacionais e internacionais de arte floral, é também diretora da ‘Jeux de Fleurs International Floral Art Instituute’, uma escola da moderna arte floral.


Em seu estilo gráfico, a flor é sempre o elemento essencial de seus arranjos florais pela beleza de suas cores. A artista elimina os elementos ‘inúteis’ e isto amplia a beleza de suas esculturas florais, maravilhosas tanto pelo equilíbrio como pela simplicidade da forma.


Do trabalho do espaço, do vazio, das linhas, da cor e da matéria surgem estruturas originais que surpreendem, inovam e levam a sonhar.
Da Bélgica, Bart Nys e Bart van Hove, são artistas que desde 2008 vem se apresentando no Brasil pelo menos uma vez por ano. São alguns dos mais importantes formadores de opinião em arte floral da Europa por sua coordenação artística da principal revista européia, também são decoradores de grandes eventos na Europa, como as feiras de Milão e de Paris, entre outros. Diretores da escola de arte floral ‘Laurus’.


Seus trabalhos se caracterizam pelo uso de flores e folhagens naturais com materiais desidratados. São trabalhos práticos, fáceis de fazer, porém com resultado de grande harmonia e sofisticação. A combinação perfeita de cores, texturas e estruturas são marca forte de suas obras.

Os cursos acontecerão com a seguinte agenda no mês de junho:
Marie Françoise Deprez (França)
19 e 20 de junho: Decoração de mesas
21 e 22 de junho: Brincando com espaços
Bart Nys e Bart van Hove (Bélgica)
27, 28 e 29 de junho: Decoração de festas e eventos
30 de junho e 01 e 02 de julho: Decoração de Natal e Ano Novo
Mais informações:
www.floraldesign.com.br
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Última atualização em Qua, 22 de Junho de 2011 02:02 |
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Escrito por Ana Rita & Ralph Dekker
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Qua, 02 de Março de 2011 19:24 |
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Olá amigos, este mês iremos falar sobre uma linda e inspiradora viagem acontecerá de 24 de maio a 04 de junho, para floristas, paisagistas e jardinistas, em plena primavera européia. O convite está aberto a profissionais do setor e também para quem pratica paisagismo, jardinagem e floricultura como ‘hobby’.

O grupo contará com guia e intérprete holandês, residente no Brasil há 16 anos, fluente em Português e Inglês, com vasta experiência no mercado internacional de flores e plantas. O roteiro inclui o que Londres, Paris e Amsterdam oferecem de melhor neste setor. Confiram nosso roteiro e sua histórias:
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Última atualização em Seg, 20 de Junho de 2011 14:20 |
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Escrito por João Felipe Cândido
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Qua, 22 de Dezembro de 2010 14:41 |
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Poucas pessoas sabem. 2011 é o Ano Brasil-Holanda, quando se comemora 100 anos de imigração holandesa no Brasil.

Holambra, cidade paulista que recebeu seus primeiros imigrantes em 1948, completará 63 anos de presença holandesa. Conhecida no Brasil todo como a capital nacional das flores, é uma cidade de destaque no setor de floricultura.
Os primeiros imigrantes tiveram inicialmente outras tentativas de produção agropecuária, tentativas que não foram bem sucedidas. Apenas com o início da produção de gladíolos (plantas bulbosas floríferas) veio à tona a verdadeira cultura agrícola da Holanda: produção de flores e plantas.
Ao longo dos últimos 63 anos Holambra conseguiu imprimir a maior participação e destaque na produção e comercialização de flores e plantas no Brasil, ficando entre 35 e 40% da produção nacional. Esse número é parecido com a participação da Holanda no comércio mundial de flores, que já atingiu quase 50%.
Estes dados mostram como a cultura holandesa é importante no mercado de flores e plantas, nas devidas proporções, Holanda e Holambra.
Mesmo não tendo produção de plantas para paisagismo e jardinagem em números expressivos, Holambra tem como papel fundamental organizar a produção e a comercialização e fomentar a cultura de uso de flores e plantas, seja em ambientes internos ou externos.
São três eventos principais, atuando em segmentos diferentes, que complementam estas ações de mercado.
A Expoflora – Festa holandesa das Flores, que acontece em setembro, em 2011 completará 30 anos. Voltada ao público final ou consumidores, recebe anualmente 300 mil visitantes e uma quantidade e qualidade enorme de veículos de comunicação que atingem praticamente todo o território nacional. Recebe caravanas e excursões de todo o país.
O Enflor/Garden Fair – (na 20ª e 8ª edições respectivamente), apresentam tendências e oportunidades de negócios para floristas, decoradores de festas e eventos, paisagistas, jardinistas, entre outros, atraindo cerca de 13 mil visitantes em julho.
Já a Hortitec, na 18ª edição, atraiu em 2010 cerca de 25 mil visitantes, entre eles produtores de flores, plantas, hortaliças, engenheiros agrônomos, estudantes de agronomia, profissionais ligados a Horticultura, trazendo novas tecnologias, novas variedades em sementes, mudas, e novas práticas para o público de produção.
Além disso, Holambra tornou-se uma estância turística, porém ainda tem um bom caminho a percorrer para oferecer mais e melhor infraestrutura e atrações para os seus visitantes.
Da mesma maneira, a Holanda possui eventos e exposições conhecidos mundialmente. São também atuações nos três setores da cadeia: produção, varejo e consumidor.
Este pequeno país possui a maior estrutura comercial e logística e a melhor tecnologia para escoar quase metade da produção de flores do mundo.
Um aprendizado importante para o nosso país, é que na Holanda todos os produtores de flores e plantas obrigatoriamente destinam uma pequena porcentagem da sua venda para continuamente promover o consumo de flores e plantas nos mercados onde a Holanda atua, através de ‘Flower Council of Holland’, que é uma espécie de agência de promoção do consumo e cultura de flores e plantas.
Já no Brasil, ou Holambra, existem dois modelos distintos na estrutura, porém, similares na organização e benefícios aos cooperados e seus clientes, que são duas cooperativas dos produtores. A cooperativa Veiling Holambra, destacando o sistema de leilão de flores, igual aos leilões holandeses, e a Cooperflora, com sistema eletrônico de vendas via Internet.
Estes sistemas foram ‘copiados’ da Holanda, com bastante êxito, e são exemplos de organização, transparência, garantias, confiabilidade e desenvolvimento continuado, que alavancam desenvolvimento dos produtores e seus clientes diretos, os atacadistas que por sua vez distribuem as flores para todo o território brasileiro.
A Floral Design Brasil também contribui com o desenvolvimento do mercado no país. Há seis anos vem promovendo a formação e crescimento profissional de floristas, decoradores de festas e eventos, paisagistas, através de cursos de formação profissional com a escola holandesa de arte floral, workshops temáticos com renomados profissionais europeus e brasileiros, traz novidades em livros e revistas, e para àqueles que desejam uma vivenciar de perto esta cultura a cultura holandesa, promove viagens anualmente para Holanda.
Com todas estas ações distintas e complementares, o setor de flores de Holambra tem um caminho bastante promissor, com oportunidades de crescimento e desenvolvimento constante. Todos os setores: produtivo e comercial vêm continuamente investindo em seus empreendimentos, o que faz com que sigam caminhos muito semelhantes aos da Holanda, obviamente em proporções bastante diferentes.

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Última atualização em Qui, 23 de Dezembro de 2010 10:39 |
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