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Não sei se por um mero costume ou por uma atávica paixão, mas sempre cumprimento esta estação.

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Há uma Buenos Aires para todos os gostos. Famosa pelo tango, a boa carne e seus notívagos habitantes oferece 187 teatros e centenas de cinemas e cafés com muita música. Mas a capital argentina é também uma cidade cheia de atrativos para os paisagistas e amantes do "verde" urbano, já que possui 640 praças e mais de mil hectares de parques, além das reservas ecológicas da Costanera Sur e do Delta de San Fernando que, juntas, somam 89 mil hectares, algo assim como 290 Parques de Ibirapuera.

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O paisagismo tem uma historia que começa em 1891 quando Carlos Thays, um francês que arribara na cidade, se torna Diretor de Parques e Jardins e Passeios da capital portenha e inventa a paisagem urbana que daria identidade a cidade platina, plantando 150 mil árvores e desenhando os bosques de Palermo, o Jardim Botânico e as praças mais emblemáticas, como: Plaza Congreso, Plaza Lavalle, Recoleta, Parque Centenario e muitas outras.

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Hoje os jardins de "La reina del Plata", como é chamada carinhosamente a cidade, são projetados e cuidados pelos paisagistas argentinos cuja formação acadêmica é feita na Universidad de Buenos Aires, na Universidad Nacional de Catamarca e em outras faculdades e escolas técnicas do país.

 

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No próximo dia 23, levarei um grupo para ver de perto as áreas verdes da cidade, seus viveiros produtores de plantas ornamentais e conhecer um pouco as técnicas atuais sobre a arte de fazer jardins.

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Obviamente, não faltarão as noites boêmias com bons vinhos Malbec e os nostálgicos tangos de Piazzolla.

Contato:
Raul Cânovas
55 (11) 5676-1230

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PORQUE SER PAISAGISTA?

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Antes de decidir-se pela arte de criar jardins, pergunte-se: qual o motivo de optar por isso? É o glamour, os rendimentos, a chance de se tornar famoso? Se as respostas forem essas, considere que ainda lhe faltam fundamentos essenciais. O paisagista precisa ter algo de mágico, para transformar devaneios em imagens bucólicas, mas também deve ter consciência de que terá que se embrenhar pelos caminhos do conhecimento científico que lhe servirão de suporte para seu trabalho. Entre as muitas razões para esta escolha não esqueça que em algum momento você irá se perguntar se esta era sua verdadeira vocação.

 

PARA QUE SER PAISAGISTA?

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Enquanto o “porque” encontra sua justificativa por algo que decidimos lá atrás, o “para que” pede a resposta das consequências do que faremos como paisagistas. Se o resultado for o de criar algo que pede manter os olhos abertos para que a alma das pessoas possam sentir deleite, teremos conseguido um bom objetivo. E se essas mesmas pessoas sentirem que o jardim lhes ensina uma lição de cores e de formas fundamentais, você terá a resposta a essa pergunta. Sentirá também a plena felicidade de ser cúmplice do Sol, que dança nessa paisagem inventada até deitar-se no horizonte, alegre como você, por ter acariciado a natureza tornando-se paisagista.

 

Esta crônica foi publicada no Anuário Digital de Paisagismo.

 

Contato:

Raul Cânovas | Paisagista

www.raulcanovas.com.br

 

 

 

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Sonhar é fundamental e quando fantasiamos acordados, reanimamos nosso espírito imaginativo

Quem não sonhou em ganhar sozinho a Loteria Federal? Em viajar sem destino com o único motivo de ser feliz? Em amar e ser correspondido? Entretanto, como são os jardins que motivam este conteúdo, vou rabiscar o que penso sobre eles. Sobre eles e, especialmente, sobre o que sonhamos quando nos imaginamos andando no meio de um gramado verdinho, crescendo embaixo das árvores.

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Deixe-se levar por essas divagações e, como Adão e Eva, caminhe em um Paraíso próprio. Descubra-se como na história lendária, onde todos os dias Tristão encontrava-se secretamente com Isolda, num jardim.

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Esqueça das flores verdadeiras, não pense nas árvores nem nos pássaros. Apenas sonhe. Quem sabe no meio desses sonhos acabe descobrindo uma cor que nunca tenha existido, um bosque cheio de luzes ou um perfume jamais pressentido.

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O jardim dos sonhos habita dentro de nós, existe do mesmo modo em que existem nossas ansiedades de felicidade. Não procure encontrar esse jardim em livros ou revistas, apenas deixe que seus pensamentos voem nas asas da quimera, percebendo o que há de melhor para seu espírito.

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Se precisar de ajuda, de um facilitador que oriente suas utopias, chame um paisagista. Mas, cuidado, ele terá que ser o guia dessa quimera cujo destino é o prazer, com escalas em um montão de contentamentos.

 

Raul Cânovas | Paisagista

Tels.: (55-11) 3813-3212 / 3815-1340

Cel.: (55-11) 98899-4285

www.raulcanovas.com.br

 

Raul Cânovas | Paisagista Av. Brigadeiro Faria Lima, 1690 conj. 111 
01451-001 Pinheiros - São Paulo - Brasil
Tels.: (55-11) 3813-3212 / 3815-1340
Cel.: (55-11) 98899-4285 www.raulcanovas.com.br

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Meu pai era um adulador nato, dizia que olhando no fundo dos olhos de uma mulher descobriríamos as belezas ocultas que sua alma revelava.

 

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Ele, também paisagista, acreditava que a estética tinha nuances, maneiras de ser analisada. Acho que tinha razão, analisemos juntos: os corpos das modelos que Rubens usou na sua obra “As Três Graças”; eram bastante rechonchudas, não é ?

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É bom gostar do lugar onde se vive,

 

Com tudo descobrir novos horizontes é algo necessário quando se pretende criar e estar por dentro das tendências e dos impulsos do homem. Este incitamento é alimentado pelas ideias do momento que a humanidade vivencia e só pode ser sentido quando saímos da cómoda “toca” cotidiana para entregar-nos às experiências de visitar outras regiões, outros países e, se pudéssemos, outros planetas. Entendo que, como paisagista, tenho obrigação de contemplar e analisar as cenografias que, a natureza ou o homem civilizado, produziram pelo mundo afora. Não se trata de trazer vistas encantadoras para serem reproduzidas por aqui, nem inventar loucuras como a de ter amendoeiras soltando imaculadas flores brancas em setembro, como acontece na Europa Setentrional. Bom mesmo é ser capaz de refletir, não de modo crítico, mas emocionalmente em cima do que vemos e, melhor do que isso, compreender as atitudes daqueles que vivem em esses lugares: seu comportamento cotidiano, seus anseios sociais, a visão política de mulheres e de homens que, como nós procuram ser felizes com a paisagem que lhes touca vivenciar diariamente.

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      Jardim Versailles - França 2012

É por esse motivo que viajo tanto, cada vez com mais frequência, tentando acompanhar o ritmo vertiginoso da nossa civilização. No último mês de setembro visitei Paris com um grupo de colegas que, como eu, amam jardins e queriam conhecer de perto Giverny, Versailles, Chaumont-sur-Loire e claro, os grandes paisagistas franceses, como Patrick Blanc, Thierry Jacquet e Gilles Clément. Bom deu tudo certo e muito mais, desfrutando do encanto da França. Trouxemos a experiência de ter estado com esses “monstros sagrados” que demostraram a simplicidade de aqueles que não precisam “subir em cima do salto” para demostrar seu sucesso. Foi fantástico ver a contemporaneidade dos jardins do século XXI e os pomposos do Renascimento.

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L'Arche du Triomphe - Paris 2012

Fomos tratados em todo momento, com muita atenção e interesse pelo Brasil, inclusive na palestra que fiz para a Fédération Française du Paysage, equivalente a ANP - Associação Nacional de paisagismo ou ABAP - Associação Brasileira de Arquitetos Paisagistas, onde falei sobre a história de nossos jardins. Nosso entusiasmo e o deles foi tal que, junto aos franceses, planejamos uma próxima viagem em fins de junho para assistir as comemorações dos 400 anos do nascimento de André Le Nôtre, o gênio criador do século XVII, maior expoente do paisagismo barroco.

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Jardim Botânico - Rio de Janeiro 2012

 

Se você for “louco” por tudo isto, quem sabe poderia viajar com a gente.

 

Quer saber mais?

Acesse: http://www.raulcanovas.com.br

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Vivemos tempos de renovação e eles levam a um aprimoramento das mulheres, dos homens e até das plantas

Algo parecido aconteceu há 500 anos, enquanto surgia o Renascimento, na República Florentina da Toscana. Foi exatamente nessa época em que Maquiavel, revolucionando as ciências políticas, publicara “O Príncipe”, no mesmo período em que Leonardo da Vinci pinta a Mona Lisa e Michelangelo esculpe o “Moisés”, que de tão real lhe faz exclamar: por que não falas? (perché non parli?).

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Talvez a idéia que temos do Paraíso seja bem próxima de um lugar protegido do caos exterior; na língua que os persas falavam muito antes de serem governados por Ciro II - O Grande, paraideza significava recinto ou, espaço fechado e compreendido dentro de muros; eles imaginavam que este espaço celestial era uma espécie de sede dos bem-aventurados onde se podia gozar de todas as delicias divinas.

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