No Brasil, a construção civil é responsável pelo consumo de 50% a 75% dos recursos naturais extraídos da natureza.

Já existe construtoras adotando critérios de sustentabilidade em suas obras, como reuso de águas nos canteiros de obras, técnicas de iluminação e usos de materiais certificados.

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Além disso, quando vamos projetar, há uma lei que determina o mínimo de área verde a ser preservada. De uma certa forma, este cuidado, traz um retorno na forma da preservação ambiental e na valorização do empreendimento.

Visto que hoje o mercado procura prédios sustentáveis e construções que respeitem o verde, deve-se pensar em sustentabilidade desde a concepção do projeto, passando pelo canteiro de obras, o produto final e sua manutenção.

Faça a sua parte!


Já conhecemos bem aquela idéia que diz que se quisermos mudar o mundo, devemos começar por nós mesmos, dentro de nossas casas ou de nossos condomínios.

Uma das novas preocupações dos condomínios sustentáveis é a coleta de água das chuvas para o uso em áreas comuns, como garagens, pátios e jardins.

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Outro cuidado muito importante e que vem sendo cada vez mais usado, é o uso de relógios individuais para marcar o consumo de água por unidade. Ainda não é uma exigência obrigatória por lei, mas cria uma responsabilidade em cada um, pois sabendo o quanto gasta, é mais fácil economizar.

Outra alternativa para a diminuição da energia que é consumida, é a utilização de sensores de luz em áreas comuns.

Todas estas ações podem ajudar, além do meio ambiente, o orçamento mensal.

Pense globalmente, haja localmente!


Para uma residência ser sustentável, é preciso que a casa aproveite a luz do sol, a água da chuva, seja projetada para ter o melhor conforto térmico, que não polua o meio ambiente com esgotos domésticos, entre muitas outras coisas.

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Enquanto não adotamos a construção sustentável, podemos adotar práticas de sustentabilidade sem gastar nada. Coisas muito simples como: Separar os resíduos orgânicos do lixo e transformá-los em adubo. Uma prática muito simples e que precisa apenas de um balde (ou um caixote) e um pouco de terra. Apagar as luzes quando não estiver usando o cômodo. Tomar banho com o chuveiro ajustado sempre no “verão”. Lavar e passar roupas apenas depois de acumular um volume adequado. Evitar usar sacolas plásticas nas compras de supermercado. Jamais descartar restos de óleo nos ralos ou nas pias. Dar o correto destino às pilhas, baterias e todo o lixo tecnológico que você produzir. Separar o papel, do vidro e do metal para a reciclagem e coleta seletiva. Desligar os equipamentos eletrônicos das tomadas sempre que não for usá-los, etc.

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Os custos de construção das casas sustentáveis são, em média, trinta por cento maiores. No entanto, esse custo maior se refletirá num ganho posterior considerável que pode superar com folga o investimento inicial.Muito em breve, será possível construir casas sustentáveis pelo mesmo custo dos imóveis comuns e isso, com toda a certeza, será a contribuição definitiva para que a construção de casas sustentáveis passe a ser a regra e, não mais, a exceção.


Neem

 

Em jardins, é comum aparecerem insetos e bichinhos nas plantas, por isso é necessário que seja feito sempre o controle de pragas. Existem diversos produtos no mercado, como inseticidas e óleos que, além de tóxicos, causam diversos males à natureza.O ideal, tanto para as plantas, quanto para sua saúde e do meio ambiente, é que sejam usados produtos ecologicamente corretos. 

 



Manta

 

Morando em uma cidade como São Paulo, é muito difícil termos um momento tranqüilo, sem barulhos e ruídos.Normalmente, são usadas películas em janelas para amenizar os sons vindos da rua. Com o avanço da construção civil, as lajes se tornaram mais esbeltas e econômicas e como conseqüência, mais sensíveis a ruídos e impactos.

 

 


A pegada ecológica é atualmente usada ao redor do mundo como um indicador de sustentabilidade ambiental. Pode ser usado para medir e gerenciar o uso de recursos através da economia.


 

Marcelo FaisalUm renomado profissional que despontou no cenário da arquitetura paisagística do Brasil na década de 90.

Participante da Casa Cor, tem projetos premiados pela FIABCI, SECOVI, ADVB, revista Architecture House e revista Espaço D entre outros.


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