Conheça a trajetória de sucesso dos irmãos gêmeos e paisagistas Luiz Felipe e Luiz Gustavo
- JOÃO FELIPE CÂNDIDO DA SILVA

Arquitetos paisagistas e empresários Luiz Felipe e Luiz Gustavo Gomez
O famoso ditado popular passado de geração para geração, “duas cabeças pensam melhor do que uma”, talvez possa explicar o sucesso profissional dos arquitetos paisagistas, empresários e irmãos gêmeos Luiz Felipe e Luiz Gustavo Gomez. Formados em arquitetura e urbanismo pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), os profissionais decidiram aprimorar os seus conhecimentos em paisagismo, através do curso técnico oferecido pelo Instituto Brasileiro de Paisagismo (IBRAP), em SP. “Desde criança sempre tivemos interesse de apreciar, plantar e acompanhar o desenvolvimento das plantas. Em paralelo, sempre fomos apaixonados por arquitetura. Vem de nossos pais este interesse, que sempre nos mostraram a importância e as particularidades de cada espécie”, declaram os irmãos.
Um ano antes de se formarem em arquitetura, Luiz Felipe e Luiz Gustavo tiveram a oportunidade de trabalhar com paisagismo. “Daí em diante unimos o útil ao agradável, pois poderíamos desta forma aliar as duas atividades que mais gostamos: natureza com arquitetura. Para nós não há preço que pague ver no rosto do cliente, a felicidade de quando transformamos aquele ambiente antes seco sem o verde em um local com vida”, salientam os paisagistas.
Como todo ariano nato, os irmãos gêmeos, 25, passaram rapidamente do desejo à ação e através do espírito empreendedor que sempre tiveram, decidiram criar a Folha Paisagismo, empresa responsável pela execução de mais de oitenta projetos de paisagismo em todo o país, o que inclui em sua lista de clientes, nomes de peso, como é o caso do SBT e do Grupo Pão de Açúcar. E não para por aí. “Atualmente, atendemos projetos residenciais, condomínios, indústrias, empreendimentos, sem contar os eventos e as mostras de paisagismo nacionais e internacionais”, ressaltam os gêmeos.
Em entrevista ao Paisagismo em Foco, os jovens paisagistas falam sobre o início da carreira e os processos de formação profissional, além de ressaltar a importância de atrelar os conceitos sustentáveis nos projetos de paisagismo. A seguir, os melhores momentos de nosso bate papo.




As cidades de Cotia, Osasco, Taboão da Serra, Embu e São Paulo já podem contar com uma nova área de lazer. É o Parque Urbano de Conservação Ambiental e Lazer da Fazenda Tizo (Terras Institucionais da Zona Oeste). A cerimônia para implantação do Parque Tizo, como é chamado, foi realizada no último dia 24 de fevereiro, e contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e dos secretários de Estado do Meio Ambiente, Bruno Covas, e da Habitação, Silvio Torres, do Desenvolvimento Metropolitano, Edson Aparecido, do presidente do Conselho de Orientação, Paulo Nogueira-Neto, além de lideranças políticas locais.
A organização da mostra de paisagismo e jardinagem Minha Casa Meu Jardim, uma das atrações da Expoflora, inicia o processo de seleção dos profissionais interessados em apresentar os seus projetos ao público do maior evento de flores e plantas ornamentais da América Latina que, este ano, será realizado de 30 de agosto a 23 de setembro, de quinta-feira a domingo, das 9h às 19h, em Holambra, antiga colônia holandesa localizada a 140 km da capital paulista.
Com o tema “Um amor de jardim”, a ideia da organização é mostrar que os jardins não são espaços apenas de contemplação, mas um lugar vivo que precisa de cuidados e de atenção. “O jardim tem que deixar de ser um ‘quadro’ apenas admirado para tornar-se um ambiente de interação entre as pessoas e a natureza. Quando bem cuidado, o jardim retribui com flores, lindas plantas e saborosos frutos, tornando-se uma área de estar para relaxar, estudar, pintar, ouvir música ou, simplesmente, curtir a natureza”, explica Ana Rita Gimenes (foto), organizadora da mostra.

Com a estabilização da economia e a oferta de crédito ampliada, personalizar o ambiente deixou de ser um luxo para poucos. As piscinas, jardins e churrasqueiras, têm feito cada vez mais parte da vida dos brasileiros. O Brasil é apontado pela Associação Nacional dos Fabricantes e Construção de Piscinas e Produtos Afins (Anapp), como o segundo melhor mercado de piscinas no mundo - perde apenas para os Estados Unidos. O país conta com mais de dois milhões de unidades instaladas e o setor chega a movimentar R$ 4,5 bilhões ao ano.

A construção civil brasileira abriu mais 211,1 mil postos de trabalho com carteira assinada em 2011. O setor aumentou em 7,46% seu nível de emprego, chegando à marca de 3,04 milhões de trabalhadores formais.

